Minha atividade no âmbito da leitura e da escrita iniciou-se em casa, com minha mãe lendo histórias antes de eu dormir. Mas foi na creche (por volta dos quatro anos) que li pela primeira vez e após isso, sei que um novo mundo se abriu para mim. Lembro-me como se fosse hoje: as tias estavam recortando papéis com os nomes dos alunos em uma sala. Entrei, e ao pegar um deles li o nome Ana Paula. Uma das tias me olhou sorrindo e disse: “Você está lendo...”
Depois disso, minha mãe comprou uma coleção Coleção Pegadinha da autora Eunice Braido. Os livros são: O camelo camelô; A girafa comilona; A ema de sorte; O canguru campeão; O pônei enjoado; Os lobinhos afinados. Quando minha mãe me deu esses livros fiquei muito feliz. Passava minhas tardes com eles, lendo, lendo e relendo.
Após isso, por indicação de uma das professoras da minha mãe da faculdade (Professora Sônia Alvarez da Universidade Braz Cubas), ela assinou a “Turma da Mônica” e até hoje esses gibis fazem parte das minhas leituras. Nesta época, além de ler eu também escrevia as falas em folhas de sulfite e copiava os desenhos.
Outra pessoa que foi essencial em minhas atividades de leitura e escrita foi a minha avó Menininha. Quando minha mãe ficou grávida da minha irmã caçula – Stephanie e ela é Síndrome de Down – ela precisou de ajuda e minha avó juntamente com minha tia Inês vieram de Pernambuco para auxiliá-la. E durante as tardes eu viajava nas histórias de mistério contadas por ela, as quais ela chamava de causos: pareciam tão reais, os detalhes, as personagens (inclusive eram parentes nossos), cada dia uma causo diferente.
Depois, minhas leituras foram os paradidáticos que minha mãe ganhava das editoras. E eu tinha e tenho fascinação por mistério, suspense... O crime atrás da porta de Ganymédes José e Venha ver o pôr-do-sol de Lygia Fagundes Telles foram os primeiros que me marcaram. Em seguida, os contos de Edgar Allan Poe; Incidente em Antares de Érico Veríssimo. Foram e são tantos livros e histórias que poderia ficar aqui escrevendo, escrevendo..., tantos sentimentos, viagens, pessoas, lugares...
Depois disso, minha mãe comprou uma coleção Coleção Pegadinha da autora Eunice Braido. Os livros são: O camelo camelô; A girafa comilona; A ema de sorte; O canguru campeão; O pônei enjoado; Os lobinhos afinados. Quando minha mãe me deu esses livros fiquei muito feliz. Passava minhas tardes com eles, lendo, lendo e relendo.
Após isso, por indicação de uma das professoras da minha mãe da faculdade (Professora Sônia Alvarez da Universidade Braz Cubas), ela assinou a “Turma da Mônica” e até hoje esses gibis fazem parte das minhas leituras. Nesta época, além de ler eu também escrevia as falas em folhas de sulfite e copiava os desenhos.
Outra pessoa que foi essencial em minhas atividades de leitura e escrita foi a minha avó Menininha. Quando minha mãe ficou grávida da minha irmã caçula – Stephanie e ela é Síndrome de Down – ela precisou de ajuda e minha avó juntamente com minha tia Inês vieram de Pernambuco para auxiliá-la. E durante as tardes eu viajava nas histórias de mistério contadas por ela, as quais ela chamava de causos: pareciam tão reais, os detalhes, as personagens (inclusive eram parentes nossos), cada dia uma causo diferente.
Depois, minhas leituras foram os paradidáticos que minha mãe ganhava das editoras. E eu tinha e tenho fascinação por mistério, suspense... O crime atrás da porta de Ganymédes José e Venha ver o pôr-do-sol de Lygia Fagundes Telles foram os primeiros que me marcaram. Em seguida, os contos de Edgar Allan Poe; Incidente em Antares de Érico Veríssimo. Foram e são tantos livros e histórias que poderia ficar aqui escrevendo, escrevendo..., tantos sentimentos, viagens, pessoas, lugares...

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